Avivamento, fonte de poder

Atos 2: 1-13

 

“Aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica: na ira, lembra-te da misericórdia”, Hc 3: 2.

A oração do profeta Habacuque é um clamor pelo avivamento. Quando olhamos o estado de vida da maioria das pessoas que nos cercam, percebemos o enorme vazio entre seu querer, seus sonhos e o modo real como vivem. O contraste é chocante, principalmente no campo espiritual e social. Em meio a um mundo tão avançado na tecnologia, está o homem tão abatido, tão arrasado, tão deprimido. Na Igreja, nós também nem sempre estamos satisfeitos. Há muitos com uma fé abatida, diminuta. Para outros a religião se tornou um costume, uma rotina. E a Igreja uma espécie de clube, aonde é bom ir. Mas, nosso projeto é maior. Queremos mais. Mais de Cristo, mais de seu amor. Em tempos assim é que precisamos de avivamento, para sermos mais dinâmicos na fé.

I - AVIVAMENTO É VIDA ESPIRITUAL ABUNDANTE

Para tempos de desânimo e de afastamento da fé genuína, temos positivamente uma promessa gloriosa que se encontra em seu apogeu de cumprimento: o avivamento espiritual. Segundo a palavra do apóstolo Pedro, é para nossos dias esta maravilhosa e necessária bênção: “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar", Atos 2: 39. Que promessa era essa? Era a de que receberiam o dom do Espírito Santo, v. 38.

a) Que fazer? Duas condições prévias eram estabelecidas: os crentes deveriam arrepender-se e serem batizados. Iria cumprir-se João 7: 38-39, que diz: “Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.  Isto ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem; pois o Espírito até aquele momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado.”

Jesus estava falando sobre a vitalidade daqueles que crêem nele e se envolvem de modo dinâmico na obra do Senhor. O salmista descreve esse novo crente: “Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará", Sl 1: 3.

b) O Espírito ajudador. O que o apóstolo Pedro diz em At 2: 39 é que, uma vez convertido e integrado na Igreja, o crente tem à sua disposição o Espírito Santo, com seus dons e poder. Ele vai ajudá-lo na intercessão, no entendimento da Palavra e na pregação. E vai fazer do crente uma pessoa ativa, mesmo em meio a um mundo cheio de dúvidas e de escuridão.

c) Trabalho na obra. Avivamento é disposição para o trabalho do Senhor. É ousadia e intrepidez. Mais do que em si, no seu conforto, em seus negócios, o crente avivado pensa no serviço que deve prestar ao reino de Deus. Ele se doa constantemente, com toda disposição.

II - AVIVAMENTO É FONTE DE PODER

Pouco antes de sua ascensão, Jesus proferiu as célebres palavras: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo”, At 1: 8. Ele estava dando aos discípulos a garantia de que teriam os recursos necessários para dar continuidade à obra iniciada.

a) Milagres. Esse poder que enche de coragem, dinamismo e abundante graça evidenciou-se na vida dos crentes primitivos. Havia milagres esplêndidos, a ponto de até a sombra Pedro curar, At 5: 15. Levavam os aventais e lenços de Paulo e os colocavam sobre os doentes e perturbados e vidas eram libertadas, At 19: 12. O texto de Atos 3: 1 registra um milagre tão extraordinário que o povo ficou cheio de pasmo e assombro. Um coxo de nascença esperava receber de Pedro e João uma simples esmola, porém recebeu a cura física. Logo depois, foi visto entrando no templo, andando, saltando e louvando a Deus, contente, At 3: 9. Tal era o poder na vida dos apóstolos, que os milagres eram freqüentes.

b) Prodígios nas Escrituras. Três fases da história bíblica foram plenas de grandes milagres: a de Moisés, a do profeta Elias e a do começo da Igreja. O Senhor tinha um propósito ao agir assim: autenticar a mensagem dos pregadores e levar pessoas à fé. Os crentes do primeiro século viram de perto grandes manifestações de poder. Curas e libertações eram comuns.

c) Poder para nossos dias. O poder do Espírito,  porém, não ficou restrito aos tempos neotestamentários. Os registros a respeito do cristianismo mostram que esse poder é transmitido à Igreja de Cristo em todas as eras.

III - AVIVAMENTO É DESPERTAMENTO

O avivamento raiou no dia de Pentecostes e os crentes, inflamados com esta bênção, partiram corajosamente para conquistar almas perdidas. Essa história maravilhosa está narrada no livro de Atos. No cap. 1: 8 está a grande promessa e, em At 2: 1-4, o cumprimento.

De At 2: 5 em diante, nasce uma poderosa obra missionária. Logo começam os resultados, At 2: 41; At 4: 4. Os cristãos anunciavam com ousadia e intrepidez a Palavra de Deus.

A Igreja que faz a oração de Habacuque tem prazer no louvor, no evangelismo, na pregação da Palavra, no envolvimento na obra missionária. Ela existe para servir. Por isso, está sempre consciente de que, fora das quatro paredes de seu templo está o grande desafio. Uma igreja assim jamais se acomoda.

 

 

 

 

 

A armadura de Deus

O grande tema da carta do apóstolo Paulo aos Efésios é o propósito de Deus de estabelecer e completar o Seu corpo, a igreja de Cristo.

Ele inicia explicando sobre:

·        a nossa posição em Cristo;

·        o que acontece quando recebemos nossa nova vida em Cristo;

·        sobre si mesmo como apóstolo, e,

·        faz uma oração por nós.

Depois ele passa a esclarecer sobre o corpo de Cristo, a unidade da Igreja, em como deve ser o nosso novo proceder.

A partir de então, Paulo mostra como deve ser a vida em comunidade, a comunidade cristã, e vários deveres dentro do lar, ou seja, a subordinação mútua de todos na família cristã.

·        deveres do casal;

·        deveres dos pais;

·        deveres dos filhos;

·        deveres dos empregados;

·        deveres dos patrões.

No final, um conselho, quase uma ordem, ou seja, um dever sobre usar a armadura de Deus.

Porque será que o apóstolo Paulo, que vem falando de coisas peculiares `a vida cristã no lar e na Igreja, termina com uma vestimenta tipicamente militar?

A proteção aos crentes

Em Efésios 6:10 a 20, temos a convocação para buscarmos poder espiritual, o poder de Deus, e nos revestirmos de Sua armadura.

(vrs 10) – fortaleçam-se no Senhor e no Seu poder

(vrs 11) – vistam toda a armadura de Deus

(vrs 13) – vistam toda a armadura de Deus

(vrs 14) – mantenham-se firmes:

·        (14) cingindo-se

·        (14) vestindo

·        (15) tendo os pés calçados

·        (16) usem o escudo

·        (17) usem o capacete

·        (17) e a espada

·        (18) orem tendo em mente...

·        (19) orem também por mim para que, permanecendo n’Ele, eu fale com coragem, como me cumpre fazer.

Esse poder nos é conferido através da influência e da operação do Espírito Santo; consequentemente, a busca pelo Senhor nos supre deste poder.

O poder é outorgado à alma, transformando-a segundo a imagem de Cristo (II Coríntios 3:18), assegurando a vitória do crente e a derrota dos poderes malignos que visam destruir a imagem de Cristo em nós. Trata-se da renovação da mente (Efésios 4:23) e do revestimento do novo homem (Efésios 4:24), que é ser cheio de Espírito Santo (Efésios 5:18). É como se Paulo tivesse dito: "Tornai-vos poderosos por esses meios".

Tal poder é de Deus e na Sua força obteremos a vitória.

Vitória contra quem? - Efésios 6: 10 a 12

Vitória usando o quê? - Efésios 6: 13 a 20

Assim como o poder é de Deus, também o é a armadura, que são as armas de ataque e de defesa, as quais que Ele nos confere para o combate contra os nossos inimigos - as hostes demoníacas de Satanás - sempre preparados para um combate mortal.

Essa armadura compõe-se da verdade, da retidão, do poder do Evangelho, da fé, dos poderes inerentes à salvação, da operação íntima do Espírito Santo, que nos conduz na direção de nossa herança, e também da Palavra de Deus, ou seja, Sua mensagem remidora e fortalecedora em Cristo, com as suas muitas provisões.

A armadura deve ser revestida, como um soldado se prepara para a batalha, equipando-se com as peças de proteção e de defesa de seu equipamento. As partes da armadura que, evidentemente, são apresentados na ordem em que os soldados se vestiam antigamente.

Armadura é tradução do termo grego panoplia, de onde vem o termo moderno panóplia, termo coletivo que significa armadura completa. Portanto, Paulo recomenda-nos aqui um completo condicionamento de profundo preparo espiritual, deficiente em absolutamente nada, dando a entender que um combate vitorioso não pode ocorrer, se nos contentarmos com algo menos que a armadura completa.

Tantos crentes mal-sucedidos, ilustram o fato de como não se equipam pessoalmente com todas as provisões Divinas que lhes são propiciadas, por motivo de preguiça, de indiferença, ou por não quererem reconhecer a seriedade da batalha e a força astuta do inimigo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LIVRE ARBITRIO

Em 1corintios 10 :23;24 o apostolo paulo exorta que todas as coisa mim são licitas.mais nem todas mim convem.
Todas as coisas mim são licitas mais nem todas elas mim edifica.
Ou seja ele infatiza que temos o livre-arbitrio para tudo mais devemos saber que não é tudo que vai nos fazer bem . em Eclesiaste cap 11 esplica varias coisas a respeito da liberdade na qual jovens tem liberdade para tudo mais sabendo que depois tem que pagar contas dos seus atos. com isso quero lhe acresentar seu raciocinio e concluir que devemos buscar coisas que nos edifica para comerça ao pedir a Deus algo devemos pensar se o que estamos pedindo vai nos edificar ou não . em Mateus 7 :7;8;9;10 esplica essa coisas paz do Senhor amém fik com Deus. (Mizael Matos)

A oração no abismo

 

"Eu desci até os fundamentos dos montes; a terra encerrou-me para sempre com os seus ferrolhos; mas tu, Senhor meu Deus, fizeste subir da cova a minha vida." (Jonas 2:6)."Quando dentro de mim desfalecia a minha alma, eu me lembrei do Senhor; e entrou a ti a minha oração, no teu santo templo." (Jonas 2:7) meus queridos a palavra de Deus nos infatiza que qual profundo seja o abismo,a mais dura prova que vc acha que está passando, quero lhe apregoa que Deus está lhe vendo ,qundo arrependemos de coração e aquebrantado. Deus nós perdoa e nos salva.
pois naquele exato momento Jonas estava morrendo (desfalecendo) a sua alma ou seja o corpo estava já sem movimento perecendo , algo que Jonas diz que é importante exencial para todos ele infatiza(lembrei do Senhor,e entrou a minha oração no seu templo)ou seja nas dificuldas achamos que a nossa oração não estão sendo ouvida e respondidas. até achamos que o teto,o ceu tá de bronze nada passa .
Saiba que Deus ouvi sim,ele te cinge ainda que não saiba. basta pedir com fé e perseverá.fik com Deus amém.  

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   Estudo do Livro de Oséias

por Dennis Allan


Introdução ao Livro
Oséias 1:1- 2:1
Oséias 2:2-23
Oséias 3:1-5
Oséias 4
Oséias 5:1-14
Oséias 5:15 - 6:11
Oséias 7
Oséias 8
Oséias 9
Oséias 10
Oséias 11:1-11
Oséias 11:12 - 12:14
Oséias 13
Oséias 14


Introdução ao Livro

Oséias escreveu no oitavo século a.C. (segundo as datas dos reinados dos reis mencionados em 1:1), durante a mesma época do trabalho de Amós (Amós 1:1), Isaías (Isaías 1:1) e Miquéias (Miquéias 1:1). Ele fala sobre o povo que se achava bom e próspero, mas estavá se apodrecendo por causa da idolatria, a imoralidade e a injustiça. Destes quatro, Amós e Oséias profetizaram principalmente para Israel, e Isaías e Miquéias pregaram mais para Judá.

Oséias viveu nos últimos dias do reino de Israel. Devido a séculos de pecado, o povo estava chegando ao fim. A infidelidade espiritual do povo é comparada ao pecado de adultério. Para conhecer mais esse período da história, leia 2 Reis 14-17 e 2 Crônicas 26-29.

O livro de Oséias, talvez mais do que qualquer outro livro do Velho Testamento, expõe o coração de Deus. Oséias vive no próprio casamento o que Deus estava passando em relação a Israel. Os primeiros três capítulos descrevem a vida de Oséias. Ele se casa, mas a mulher dele se torna adúltera. Ele sofre com a infidelidade dela, mas ainda mostra a misericórdia para tomá-la de volta. Assim Deus viu a sua noiva, o povo de Israel, se envolvendo com "outros deuses", ou seja, cometendo adultério espiritual. Mesmo depois de tudo que Israel havia feito, Deus teria graça e misericórdia para reconciliar com esta esposa adúltera e estabelecer uma nova aliança com ela.

Nos próximos estudos, vamos examinar o texto deste livro impressionante.


Leia mais:

Amar a Quem Não Merece (O Que Está Escrito?, Ano 5, Número 8). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/esc58.htm

A Revelação de Deus: Uma Vista Panorâmica da Bíblia (D49). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d49.htm

A Revelação do Plano de Deus: A História do Plano da Redenção (A1). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/a1.htm

 


Oséias 1:1 - 2:1

1:1

O nome "Oséias" quer dizer "salvação". Como freqüentemente acontece nos livros dos profetas, o nome do autor combina perfeitamente com a sua mensagem. Oséias condena os pecados do povo, mas apresenta uma mensagem de esperança e perdão.

Pelos nomes dos reis citados, podemos definir a data do livro de Oséias no oitavo século a.C., na última geração antes da destruição de Samaria e o cativeiro do povo de Israel (o reino do norte).

1:2-3

O casamento de Oséias com Gômer representa a relação de Deus com Israel.

**Obs.: "toma uma mulher de prostituições" provavelmente sugere que ela veio de um ambiente de imoralidade, e teria a tendência de se tornar adúltera. Não faz sentido sugerir que Deus mandou que Oséias se casasse com uma prostituta, por vários motivos: (1) Deus sempre incentiva a pureza no casamento; (2) O caso de Gômer é paralelo ao de Israel, que se tornou adúltera depois de "casar" com Deus; (3) O relato comenta sobre filhos que nasceram depois do casamento, mesmo de adultério, mas não fala de nenhum filho nascido antes do casamento dela com Oséias.

1:3-5

Gômer teve o primeiro filho.

**Obs.: "e lhe deu um filho" (1:3) mostra que este primeiro filho era do próprio Oséias.

Deus lhe deu o nome de Jezreel, que significa "Deus espalha" ou "Deus semeia". O nome sugere os planos de Deus para Israel: (1) Espalhar o povo no cativeiro, (2) Semear para ele um povo purificado.

Jezreel foi a cidade onde moraram alguns dos reis de Israel, e onde Jeú acabou com a casa de Acabe. Deus prometeu trazer castigo sobre a casa de Jeú e fazer cessar o reino e o arco (poder militar) de Israel.

**Obs.: Deus usou Jeú para destruir a casa de Acabe e lhe entregou o reino. Mas, Jeú não se dedicou ao Senhor. Ele imitou os pecados de Jeroboão, filho de Nebate (2 Reis 10:31). Jeroboão II, o rei de Israel quando Oséias escreveu, foi o penúltimo rei da linha de Jeú. Depois da morte dele, Zacarias, seu filho, reinou por seis meses e foi assassinado, terminando o domínio da dinastia de Jeú (2 Reis 15:8-10).

**Obs.: O Vale de Jezreel ou Megido foi o lugar de algumas batalhas decisivas (Juízes 4-7; 2 Reis 23:28-30).

1:6-7

Gômer concebeu outra vez e teve uma filha. O nome dela (Lo-Ruama-NVI) é traduzido em algumas Bíblias (RA2) como Desfavorecida. Significa "não amada".

**Obs.: Tudo indica que Oséias não foi o pai desta filha de Gômer. Considere: (1) Em contraste com o primeiro ("e lhe deu" - 1:3), aqui diz simplesmente que "deu à luz" (1:6); (2) O nome dela sugere a rejeição pelo marido de Gômer.

Deus explicou o significado profético do nome Lo-Ruama. Ele não mostraria mais favor (graça, misericórdia) à casa de Israel, mas ainda teria compaixão para com Judá. Este seria salvo, não pela força militar, mas pelo poder de Deus (veja o que aconteceu em Isaías 37:36-38).

1:8-9

O terceiro filho de Gômer, outro menino, recebeu o nome de Lo-Ami (NVI) que quer dizer "Não-Meu-Povo" (RA2).

**Obs.: De novo, tudo indica que Oséias não foi o pai desta criança.

O nome simbolizava a rejeição de Israel por Deus.

1:10 - 2:1

A rejeição do povo seria temporária. Observe nestes versículos:

(1) Embora Deus fizesse "cessar o reino da casa de Israel" (1:4), ele não destruiria todas as pessoas (1:10). Ele não tinha esquecido da promessa de abençoar todas as famílias da terra por meio do descendente de Abraão (Gênesis 12:3).

(2) Deus mudaria a sorte do povo: De "Não-Meu-Povo" para "Filhos do Deus Vivo"; De Desfavorecida para Favor.

(3) Israel e Judá se uniriam sob uma só cabeça.

**Obs.: 1 Pedro 2:10 cita esta mudança de nomes para mostrar as bênçãos espirituais recebidas pelo povo espiritual da Nova Aliança. Os cristãos são os filhos do Deus Vivo, favorecidos por ele. Jesus é o único cabeça deste povo (Efésios 1:22-23).


Leia mais:
Amar a Quem não Merece (O Que Está Escrito?, agosto de 1998). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/esc58.htm

O Que É a Igreja? (A14). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/a14_4.htm

O Reino Estabelecido (A15). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/a15_22.htm


Oséias 2:2-23

**Obs.: Neste trecho, Deus está falando sobre Israel como sua mulher adúltera (veja 2:16).

2:2-8

Deus tem motivo inegável para repudiar Israel: As prostituições e adultérios dela.

Ele, porém, gostaria de poupá-la. Para fazer isso, teria que ver o arrependimento dela.

**Obs.: Embora o livro de Oséias não seja um livro de regras de como lidar com o adultério, podemos observar algumas coisas importantes que ajudam em saber como tratar adúlteros. Aqui já observamos o primeiro ponto: o perdão (por parte do marido) do adultério da mulher dependia do seu arrependimento. Deus sempre está disposto a perdoar, mas a falta de arrependimento do pecador impede a comunhão (veja Isaías 59:1-2).

Se Israel não se arrepender, Deus a deixaria sofrer as conseqüências do pecado. Ela se tornaria em terra seca e os filhos sofreriam.

Quando Israel foi atrás de amantes (ídolos), ela achou que eles fossem a fonte das suas necessidades.

**Obs.: O Diabo e seus servos (sejam religiões falsas, tentações carnais, etc.) oferecem coisas atraentes para nos enganar. Muitas pessoas acham que os benefícios do erro justificam os riscos. Pode haver alguns benefícios-prazeres, lucros, amizades, etc.- mas o preço final é sempre mais alto do que o valor dos benefícios. "Porém que fareis quando estas coisas chegarem ao seu fim?" (Jeremias 5:31).

Deus, como marido, impediu o acesso de Israel aos seus amantes, dando-lhe motivo para voltar e buscar o marido.

**Obs.: Felizes são os pecadores que enxergam a realidade e deixam o pecado para voltar ao Senhor!

De fato, não foram os amantes e sim o próprio Senhor que sustentava Israel. Ela tomou as coisas que Deus lhe deu e as usou para servir Baal (um falso deus).

**Obs.: Ezequiel 16 apresenta uma versão mais ampla desta mesma história, só que a esposa em Ezequiel é Judá e não Samaria.

2:9-13

Quando Israel insistiu em praticar a prostituição espiritual, Deus decidiu castigá-la. O castigo incluiu vários aspectos:

-Ele retinha as necessidades que sempre lhe havia dado (9).

-Ele deixou Israel exposta diante dos amantes, onde os outros perceberam a pobreza e nudez dela (10).

-Ele tirou o gozo que ainda restava na vida dela (11). As coisas citadas neste versículo se referem ao gozo da comunhão com Deus (Festas, sábados e solenidades). Deus lhe negou a comunhão devido à infidelidade do povo.

-Ele destruiu as coisas que ela recebeu, supostamente, dos amantes (12).

-Ele deixou o povo sofrer durante um determinado tempo, conforme o tempo em que andava na idolatria (13).

**Obs.: As conseqüências do pecado são, freqüentemente, os resultados naturais do próprio erro. Deus simplesmente parou de proteger e cuidar do povo, e Israel sofreu nas mãos dos próprios amantes. O mundo ensina algumas lições duras quando uma pessoa se entrega ao pecado (veja a parábola do filho pródigo, Lucas 15:11-32).

**Obs.: Mais uma aplicação em relação aos adúlteros. A vítima (a pessoa ofendida pela traição do companheiro) não deve proteger o pecador, ainda não arrependido, das conseqüências do crime cometido. Deus amava a Israel, mas ele a deixou sofrer para chegar ao remorso necessário para a reconciliação. A pessoa que comete adultério normalmente se encontra depois desamparada e pode até passar por privações. Tais conseqüências do erro podem ser exatamente o que precisa para refletir e chegar ao arrependimento.

2:14-23

Depois do período de sofrimento, Israel é atraída de novo pelo próprio marido. A figura aqui é de um namoro e reconciliação.

Deus atraiu a sua mulher infiel e a levou para o deserto para falar ao coração. Deus age para possibilitar a volta dela, mas somente num lugar longe dos amantes.

Ele a trata bem, como nos dias do namoro com a jovem.

**Obs.: O vale de Acor se torna em porta de esperança (15). Acor quer dizer desastre ou desgraça. Foi o lugar onde Acã morreu depois do seu pecado na conquista de Canaã (Josué 7:24-26). Por meio da desgraça do cativeiro na Assíria (veja 11:5), o povo encontraria a esperança da nova vida. Os momentos difíceis em nossas vidas, até as correções que Deus nos dá como filhos, servem como portas de esperança (veja Hebreus 12:4-13).

Ela chamaria Deus de "meu marido", não de "meu Baal" ou "meu senhor" (16-17).

**Obs.: A palavra "baal" significa "senhor" ou "mestre". Chamando Deus por este nome, no contexto da idolatria do povo, estaria deixando-o no mesmo nível com estes falsos deuses. O ponto não é de falta de respeito, pois ele é realmente o único Senhor. É questão de restabelecer a intimidade de marido e mulher, nem falando mais dos amantes.

**Obs.: Mais uma lição que ajuda na reconciliação depois do adultério. A adúltera deve cortar todo contato com o seu amante. Para mostrar o arrependimento, o próprio marido deve ser o único homem na vida dela.

Deus daria de volta a terra perdida, e deixaria o povo habitar em segurança (18).

Ele faria uma aliança de casamento para sempre com a sua mulher arrependida (19-20).

**Obs.: O amor de Deus. Depois de tudo que Israel fez, repetidas vezes traindo o marido bondoso que tanto a amava, ele se dispôs a tomá-la de volta e entrar numa nova aliança de casamento. Que amor!

Ele seria um Deus bondoso, e ela um povo fiel e abençoado (21-23).


Leia mais:
O que quer dizer "vinho" na Bíblia? (A16). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/bd61.htm

Lava o teu Coração (O Que Está Escrito?, Agosto de 1999). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/esc68.htm

Divórcio e Arrependimento (C3). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/c3.htm

Crucificando a Carne (D23). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d23.htm

O que Deus Diz sobre o Divórcio (D87). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d87.htm

A Idolatria e a Feitiçaria (A11). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/a11_5.htm

O que Significa Perdoar? (D42). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d42.htm

Salvação sem Arrependimento? (A3). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/a3_6.htm

Casamento, Divórcio e Novo Casamento (C2). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/c2.htm

As Condições para o Perdão (A13). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/a13_20.htm


Oséias 3:1-5

Este pequeno capítulo completa a figura da vida familiar de Oséias.

Deus mandou que Oséias tomasse de volta a sua esposa adúltera (1).

**Obs.: Mesmo depois do pecado de adultério, perdão e reconciliação são possíveis!

Oséias obedeceu, comprando de volta a sua mulher (2).

**Obs.: É calculado que o valor pago aqui equivale o valor de uma escrava (veja Êxodo 21:32).

Oséias e Gômer não voltaram imediatamente a ter relações conjugais. Ele esperou para ver se ela realmente ficaria longe dos amantes (3).

**Obs.: Leva tempo reconstruir a confiança no casamento depois da traição. É razoável a pessoa traída pedir algum tempo antes de voltar às relações normais.

Na aplicação à nação, Deus deixaria o povo muito tempo sem liderança e sem as coisas necessárias para adorá-lo corretamente. Ao mesmo tempo, ficariam sem os ídolos (4).

No final, Israel seria completamente reconciliada com Deus e com Davi, seu rei (5).

**Obs.: Este versículo se refere à restauração espiritual do povo na Nova Aliança. Davi simboliza Jesus. Os últimos dias se referem à época do Novo Testamento. Por meio de Jesus, Israel espiritual se aproxima do Senhor (Gálatas 3:26-29), depois de um período em que o povo estava em casa mas não em plena comunhão com Deus. Assim o profeta indica um tempo entre a volta do cativeiro e a vinda de Davi (Jesus) para fazer paz entre o povo e Deus.

 


Leia mais:

Amar a Quem Não Merece (O Que Está Escrito, agosto de 1998). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/esc58.htm

Divórcio e Arrependimento (C3). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/c3.htm

Davi e Bate-Seba: O Pecado de Adultério (D69). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d69.htm

Lições de uma Batalha Perdida (D79). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d79.htm

O Que Significa Perdoar? (D42). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d42.htm


Oséias 4

No capítulo 4, a mensagem deixa a família de Oséias (embora continue como pano de fundo da mensagem do resto do livro), e Deus volta a falar sobre sua relação com o povo de Israel.

4:1-3

A contenda de Deus com o povo de Israel. Deus levanta acusações contra Israel.

Falta: verdade, amor e conhecimento de Deus (1).

Prevalecem: perjúrios, mentiras, matanças, furtos, adultérios, arrombamentos e homicídios (2).

**Obs.: A contenda de Deus com o povo destaca o fato que há aspectos negativos e positivos na obediência. Ser servo de Deus não é somente abster-se da prática do mal; é cultivar a prática do bem. É fácil definir o cristão pelas coisas que não faz (talvez uma lista parecida com a do versículo 2 aqui), mas devemos ser pessoas habilitadas "para toda boa obra" (veja 2 Timóteo 3:16-17; Tiago 4:17).

A conseqüência dos erros de Israel: a terra e tudo que nela está sofre (3).

4:4-10

Deus contendeu com o povo porque outros não o fizeram. Seria o papel de sacerdotes, profetas e reis repreender e corrigir o povo, condenando a sua maldade. Mas, ao invés de condenar, eles participavam dos mesmos erros, até conduzindo o povo à iniquidade.

A acusação fundamental do livro de Oséias se encontra no versículo 6: "O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento".

**Obs.: Deus claramente culpou os sacerdotes por não ter guiado o povo no caminho dele. Hoje, muitos líderes religiosos não mostram um compromisso sério e absoluto com a palavra de Deus. Torcem a mensagem e aceitam práticas, tradições e doutrinas erradas para manter suas posições nas denominações. Tais pessoas receberão a condenação de Deus. Por outro lado, muitos adeptos das mesmas igrejas se contentam em ser "boas ovelhas", seguindo a liderança de outros sem questionar. Apaziguam a consciência com a idéia que os pastores são os responsáveis; não cabe aos seguidores decidir o que fazer. Que engano perigoso! Neste texto, os líderes erraram, mas o povo estava sendo destruído! Jesus disse: "Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco" (Mateus 15:14).

Pessoas abençoadas pecam (7-10). Os sacerdotes foram abençoados por Deus com honra e muitos filhos, mas pecaram cada vez mais contra o Senhor. Como conseqüência de seus pecados, seriam castigados com o povo.

O erro atrás de todos os pecados destes sacerdotes: "ao Senhor deixaram de adorar" (10). Quando se entregaram à satisfação dos desejos carnais, deixaram de servir ao Senhor.

4:11-14

"A sensualidade, o vinho e o mosto tiram o entendimento" (11). Mosto, aqui, provavelmente se refere ao suco de uva que já tinha começado o processo de fermentação, assim tendo condições de prejudicar o raciocínio.

A sensualidade e bebidas alcoólicas, por si só, já têm efeitos negativos nos pensamentos da pessoa. Pior ainda, são coisas ligadas à idolatria, induzindo a pessoa a abandonar o verdadeiro Deus (12). A descrença é uma forma de loucura ou insensatez (Salmos 14:1; 53:1; 10:4).

Deus comparou a idolatria à prostituição. É adultério espiritual (13).

Deus não castigaria as mulheres que praticavam esses pecados, pois os próprios pais e maridos participavam dos mesmos (14).

4:15-19

Neste parágrafo, o profeta deixa de falar com o povo de Israel e se dirige ao povo de Judá, o reino do sul, que continuava ainda mais fiel ao Senhor.

A advertência ao povo de Judá: Não se envolva nos pecados de Israel (15).

A lição dos erros dos outros: Israel perdeu o favor e a proteção do Senhor por causa do pecado (16).

A instrução: Deixe Israel com seus ídolos; fique longe dele (17).

O exagero do pecado de Israel: Até os príncipes se entregaram à loucura do pecado (18; veja Provérbios 16:12).

O resultado: Os pecados do povo, dos líderes religiosos e dos príncipes trariam o vento da ira de Deus sobre a nação (19; veja Isaías 29:6; 57:13; Jeremias 23:19; 30:23).

**Obs.: Efraim, a tribo donde veio Jeroboão I, representa o povo de Israel, o reino do norte (17).

 


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Oséias 5:1-14

Este capítulo continua o tema do capítulo 4, mas enfatiza mais o castigo que viria como resultado do pecado do povo e de seus líderes.

5:1-4

Deus reprova os sacerdotes, o povo, e os nobres. Estes tinham apanhado suas vítimas como se fosse numa rede ou laço usado para pegar pássaros (1).

Os crimes foram excessivos, e o castigo seria adequado aos crimes (2).

Efraim/Israel se contaminou com pecado, e não se escondeu de Deus (3).

O proceder do povo impediu seu arrependimento por dois motivos (4):

(1) O espírito de prostituição os dominava, dificultando qualquer tentativa de voltar. A pessoa que se entrega ao pecado enfrenta uma barreira dentro de si para voltar ao Senhor. Vicia-se no pecado, enganando-se com a idéia que pode facilmente sair a qualquer hora. O próprio pecado e o prazer dele prendem o pecador.

(2) Falta de conhecimento de Deus. O pecador, freqüentemente, se sente incapaz de se livrar do erro e não entende como Deus pode ajudar. Ele dá o apóio necessário para levantar o pecador de sua injustiça, e oferece o perdão necessário para limpar a consciência pesada. Mas, a pessoa dominada pelo pecado não cogita das coisas de Deus, e assim não enxerga a saída que ele oferece.

5:5-7

Como conseqüência do pecado, Israel (Efraim) cairia. Judá, também, seria castigado (5).

**Obs.: A soberba de Israel. Alguns comentaristas identificam a soberba de Israel com a glória de Jacó (Amós 8:7): Jeová. Outros acreditam que a arrogância e orgulho do povo seja a soberba aqui citada.

O povo buscaria o Senhor em vão, porque ele já se retirou deles (6). Compare com Ezequiel 8-10.

Como Gômer tinha concebido filhos de outros homens, Israel teve filhos que não eram do Senhor (7).

**Obs.: A Lua Nova se refere, provavelmente, a uma festa idólatra. Ao invés de trazer bênçãos, proteção e segurança para o povo, a sua idolatria traria castigo.

5:8-14

Deus castigaria tanto a Israel como a Judá. Este trecho trata os dois países de maneira igual, mostrando que a ira de Deus não seria dirigida apenas ao reino do Norte.

Gibeá e Ramá ficam perto da fronteira entre Israel e Judá. Bete-Áven (Casa de vaidade) é uma alteração de Betel (casa de Deus). Tocar as trombetas de alarme nestes lugares sugere, provavelmente, que os assírios já tinham passado pelo meio de Israel e estavam chegando perto de Judá. É uma profecia de como o castigo contra Israel seria, também, uma ameaça contra Judá.

Deus acusou os príncipes de Judá de mudar os marcos; por isso, seriam castigados (10).

**Obs: O pecado de Judá sugere uma aplicação espiritual nos dias de hoje. É Deus quem colocou os marcos definindo a separação entre o certo e o errado. Ele definiu limites. Homens não têm direito de mudar os marcos de Deus (veja 1 Coríntios 4:6; Colossenses 3:17 e 2 João 9).

Não teria livramento do castigo de Deus (11-14). Israel tentou fazer acordo com a Assíria, mas não adiantou. Ninguém é capaz de resistir a sentença de Deus.

 


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Autoridade: Qual o Fundamento que Usamos para Descobrir a Vontade de Deus? (C8). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/c8.htm

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Os Argumentos de Jeroboão para Defender Inovações (Andando na Verdade, Ano 1, Número 4). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/1999418.htm

 


Oséias 5:15 - 6:11

5:15 - 6:6

**Obs.: O sentido mais provável deste texto liga 5:15 com os primeiros versículos do capítulo 6 com a palavra "dizendo" (acrescentada pelos tradutores para completar a frase).

Deus aguarda o arrependimento do povo.

O povo não demora em buscá-lo, mas não mostra uma mudança de coração profunda. Ao invés de pensar principalmente em como feriram o Senhor com seus pecados abomináveis, eles querem uma saída do seu sofrimento.

**Obs.: Livramento do sofrimento é um motivo válido para empurrar o pecador ao arrependimento. Deus usa o sofrimento para disciplinar e castigar, e convida o pecador a voltar para ele para se livrar dessas conseqüências (considere o exemplo do filho pródigo, Lucas 15:11-32). Mas, o remorso precisa levar o ofensor ao reconhecimento do pecado como afronta pessoal contra Deus (veja 2 Coríntios 7:9-10).

O povo de Israel e de Judá voltaria ao Senhor para receber benefícios imediatos. A atitude deles é descrita em 6:1-3: Deus nos castigou e nos curará. Voltando para ele hoje, ele já restaurará as bênçãos em dois ou três dias.

Deus reconheceu a insinceridade desse "arrependimento" e comparou o amor do povo com a nuvem da manhã ou o orvalho da madrugada. Dura pouco tempo. É por essa razão que ele enviou profetas e castigos.

Deus queria misericórdia e conhecimento, não sacrifícios e holocaustos.

**Obs.: Sacrifícios e holocaustos serviam para aplacar a ira de Deus quando o povo pecava. Mas, a misericórdia não é pecado, e o conhecimento serve para evitar a iniqüidade e suas conseqüências (veja 4:6; 1 Samuel 15:22). Podemos entender esta atitude de Deus fazendo uma simples comparação com pais e filhos. Quando um filho desobedece e volta aos pais para pedir desculpas, os pais perdoam. Mas, todos os pais preferem que os filhos obedeçam para não ter a necessidade de pedir perdão.

6:7-11

Eles pecam como Adão, e sofrerão conseqüências como Adão. Este foi expulso da presença de Deus quando pecou.

Gileade (região ao leste do rio Jordão) é condenada por injustiça.

Os sacerdotes são condenados por sua crueldade como se fossem assaltantes.

**Obs.: Siquém, antigamente, era lugar de louvor ao Senhor (veja Gênesis 33:18-20). Foi no mesmo lugar que Josué renovou a aliança do povo com Deus (Josué 24:1,25). Aqui, os sacerdotes vão para um lugar que deve representar a glória de Deus e o compromisso com ele, mas agem com criminosos no caminho. É abominação ao Senhor.

Israel e Judá foram contaminados com a prostituição.

**Obs.: Qual a nossa atitude sobre louvor ao Senhor? Podemos, facilmente, imitar os erros dos israelitas. Quando desrespeitamos o Senhor no dia-a-dia, que sentido tem participar superficialmente em alguns atos de louvor? Deus quer obediência, e não só louvor exterior.

 


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Oséias 7

**Obs.: Nos capítulos 7 e 8, Oséias prega contra os líderes corruptos de Israel.

7:1-7

Deus estava disposto a curar o povo de Israel, mas a corrupção do povo, e especialmente dos líderes, impediu a salvação (1; veja Isaías 59:1-2).

Mesmo se o povo se enganasse, imaginando que Deus não perceberia a sua maldade, nenhuma das iniqüidades do povo foi encoberta (2).

Os líderes políticos apoiaram e se alegraram com os pecados do povo (3).

Nesse clima de anarquia, nem os próprios líderes que participaram dos pecados do povo ficaram isentos da violência. O povo consumia os juízes e os reis caíam (4-7).

**Obs.: Quatro dos últimos seis reis de Israel foram assassinados (veja 2 Reis 15).

7:8-16

Israel não percebia seu estado espiritual péssimo. Misturava-se com os povos (gentios, pagãos) e não percebia que era "um pão que não foi virado". Ele estava se envelhecendo, com a cabeça cheia de cabelos brancos, e não sabia que seu fim se aproximava (8-9).

**Obs.: Um pão (ou bolo) assado sobre o fogo e não virado não serve para nada. Queima-se num lado enquanto o outro lado nem assa completamente.

A soberba de Israel o acusava (veja 5:5), mas o povo não voltava para Deus (10).

Efraim agia como uma pomba desnorteada, vacilando entre o Egito e a Assíria, sem reconhecer que o único salvador é o próprio Deus. Por esse motivo, ele se tornou vingador e não salvador (11-13).

Ao invés de se arrepender de coração, o povo só reclamava pelos bens materiais perdidos, e continuou na rebeldia contra Deus (14-15).

A volta do povo foi insincera e incompleta; o resultado seria o castigo, até dos príncipes. O Egito, ao invés de ajudar o povo de Israel, zombaria deles no dia do castigo (16).

 


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Oséias 8

8:1-6

A trombeta soa o alarme! O castigo divino vem sobre o povo por causa da sua rebeldia (1; veja Ezequiel 33:1-3).

No mesmo espírito de arrependimento insincero (veja 5:15 - 6:4), o povo apela a Deus como um amigo esperando a proteção (2).

Mas Deus não seria enganado. Israel merecia o castigo (3-6). Entre os pecados deles:

(1) Rejeitar o bem

(2) Estabelecer seus próprios reis e príncipes, não os de Deus

(3) Fazer ídolos

(4) Mostrar-se incapazes da inocência/pureza

**O bezerro de Samaria refere-se ao bezerro de ouro erigido por Jeroboão I, o símbolo da idolatria do reino do Norte (veja 1 Reis 12:25-33). Nenhum ídolo, sendo meramente obra de artífice, pode se comparar a Deus (6; veja Isaías 44:1-20).

**Obs.: Incapazes da inocência (5). Este povo, depois de séculos de rebeldia, ficou cauterizado e endurecido no pecado. Perderam a inocência da juventude e se mostraram resistentes à verdade. É extremamente difícil desenvolver de novo a pureza que deve caracterizar o servo do Senhor. Ezequiel desafiou o povo com a mesma idéia, dizendo que precisavam criar dentro de si um coração novo (Ezequiel 18:31). Tal transformação é possível somente pelo poder de Deus (Ezequiel 36:26; Salmo 51:10).

8:7-14

"Semeiam ventos e segarão tormentas" (7). É bem estabelecido e conhecido o princípio de Deus que o homem ceifará o que semeia (Gálatas 6:7). Aqui, Deus mostra que o pecado do povo traria uma conseqüência maior do que imaginavam.

Israel "está entre as nações como coisa de que ninguém se agrada" (8-9). Deus usa, de novo, a figura de uma esposa adúltera (compare com 2:2-13; Ezequiel 16). Ela se torna tão feia e mal-tratada, devido aos anos de prostituição, que ninguém mais a quer. Até paga os amantes ("mercou amores").

**Obs.: Os amantes de Israel foram os falsos deuses e as nações com as quais tentaram fazer alianças para proteção. Como mulher adúltera, ela pagaria tributo, mas ninguém conseguiria protegê-la (8-10).

Efraim pecou contra Deus, multiplicando altares (11).

**Obs.: No Velho Testamento, Deus autorizou um lugar para manter o altar dele e fazer sacrifícios (Deuteronômio 12:1-14). Eles multiplicaram altares, voltando à idolatria que os antigos habitantes da terra praticavam. Se Deus expulsou aquelas nações por tal prática, claramente expulsaria Israel da terra.

A atitude do povo em relação aos mandamentos de Deus (12-14):

(1) Não deram a mínima importância às leis de Deus.

(2) Fizeram sacrifícios, não para agradar a Deus, mas porque gostavam da carne.

(3) Esqueceram de Deus e confiaram nas obras do homem.

A atitude de Deus em relação ao povo pecaminoso (13-14).

(1) Não aceita os sacrifícios egoístas deles.

(2) Lembra-se das iniqüidades deles.

(3) Castiga o pecado.

(4) Manda o povo para o Egito (representando o cativeiro na Assíria - veja 11:5).

(5) Envia fogo contra as cidades e palácios de Israel.

**Obs. Adoração egoísta? Parece impossível? O povo de Israel fazia sacrifícios porque eles gostavam da carne, não para agradar a Deus. Quantas pessoas hoje "adoram" a Deus porque elas gostam da música e de outros aspectos do "louvor"? Será que a nossa adoração pode tornar-se egoísta?


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Oséias 9

9:1-9

Parece que o povo sentiu alguma segurança, até motivo de alegria, mas Deus avisou que a prosperidade não continuaria (1-3).

**Obs. Houve ocasiões em que o povo gozou de paz, mas este fato não tirou a ameaça de castigo que Deus preparou (veja, por exemplo, 2 Reis 15:19-20).

Deus rejeitaria os sacrifícios e ofertas deles (4-5). Perderam a comunhão com ele.

**Obs.: O pão de pranteadores (4) não podia entrar no santuário de Deus por ser imundo por causa da morte.

O povo foge da destruição, mas enfrenta sofrimento e morte no seu refúgio (6).

Israel chegou ao limite da iniqüidade e seria castigado, mas trataram o profeta como louco e rejeitaram as suas advertências (7).

Eles se colocaram em oposição contra Deus, chegando a se corromperem como nos dias das atrocidades de Gibeá. Deus traria o castigo merecido pelo povo rebelde (8-9).

**Obs.: Gibeá foi a cidade de Benjamim onde a concubina do levita foi abusada e morta, e onde Deus julgou tanto a nação como a tribo. Este caso representa o pior da anarquia do período dos juízes (Juízes 19-21).

9:10-17

Israel começou bem. Como uvas no deserto ou as primícias da figueira, foram motivo de alegria para Deus. Mas eles se corromperam com a idolatria (10).

A fertilidade do povo se tornaria em esterilidade. O sofrimento veio porque o povo se apartou de Deus (11-17).

**Obs. A palavra Efraim significa "fruto dobrado". Devido ao pecado, Efraim teria esterilidade dobrada.

**Obs.: Gilgal era lugar de eventos importantes e bênçãos de Deus sobre o povo:

(1) Josué erigiu a coluna de doze pedras quando o povo entrou na terra prometida (Josué 4:20-24; veja Miquéias 6:5).

(2) Deus tirou o "opróbrio do Egito" na circuncisão dos homens que entraram na terra (Josué 5:7-9).

(3) Celebraram a primeira Páscoa na terra prometida (Josué 5:10).

(4) Comeram, pela primeira vez, do fruto da terra (Josué 5:11-12).

(5) O Senhor apareceu a Josué e prometeu a vitória sobre Jericó (Josué 5:13 - 6:5).

(6) O reino foi renovado e Saul proclamado rei (1 Samuel 11:14-15).

(7) O povo recebeu Davi quando ele voltou a reinar em Jerusalém (2 Samuel 19:15).

(8) Elias partiu de Gilgal na sua jornada final para os céus (2 Reis 2:1).

Infelizmente, o mesmo lugar passou a ser identificado com pecado e rebelião:

(1) Saul fez o sacrifício não-autorizado em Gilgal (1 Samuel 13:8-14).

(2) Deus rejeitou os sacrifícios do povo rebelde (Amós 4:4; 5:5).

(3) Deus chegou a aborrecer o povo em Gilgal, devido às maldades dos rebeldes (Oséias 9:15).

Deus rejeitou o povo, porque não o ouviram. Agora ficariam um bom tempo sem a possibilidade de ouvir a voz dele. Andaram errantes dentro da terra de Israel, agora andariam errantes entre as nações, ou seja, no cativeiro (17).

 


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A Santidade de Deus (D77). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d77.htm

 


Oséias 10

10:1-4

A prosperidade de Israel deveria ter incentivado o povo a se aproximar mais de Deus em gratidão. Mas eles fizeram o oposto. Quanto mais foram abençoados por Deus, quanto mais correram atrás dos ídolos (1).

**Obs.: Uma das ironias que observamos na História é esta tendência de pessoas prósperas não confiarem em Deus. Ele abençoa, mas a pessoa usa a prosperidade para seus próprios prazeres e não glorifica a fonte de todas as boas dádivas (Mateus 19:23-24).

Deus quebraria os ídolos do povo insincero (2).

O povo desobediente ficaria desamparado, passando por um período sem rei (3-4; veja 3:4-5).

10:5-8

O povo lamentaria a perda do seu ídolo bem conhecido: o bezerro de Bete-Áven (Casa de vaidade, o nome usado para se referir a Betel, que significa Casa de Deus).

O bezerro seria levado à Assíria (6). Que impotência! Um "deus" levado ao cativeiro. Enquanto o Deus verdadeiro vem sobre o povo para castigar a desobediência, o falso deus deles é levado por meros homens.

**Obs.: O Deus verdadeiro, também, foi levado pelos inimigos. Considere dois exemplos: (1) A arca da aliança, que representava a presença de Deus entre o povo, foi tomada pelos filisteus. Eles não agüentaram as pragas resultantes, e enviaram a arca de volta para Israel (1 Samuel5:1 - 7:1). (2) Jesus foi levado como cordeiro ao matadouro (Isaías 53:7), mas ele voluntariamente entregou a sua vida (João 10:17-18) e a tomou de volta (Lucas 24:6).

Não somente o ídolo, mas também o rei de Israel seria totalmente impotente e incapaz de proteger o povo (7).

Os outros ídolos e altares nos altos da vaidade seriam igualmente incapazes de ajudar os israelitas (8). O povo procuraria qualquer saída, até a morte súbita, para evitar o sofrimento do ataque dos inimigos (compare Lucas 23:30; Apocalipse 6:16).

10:9-15

De novo, Deus compara o pecado do povo com a perversidade que trouxe castigo sobre Gibeá (9; veja 9:9 e os comentários sobre esta cidade). A maldade do povo encontraria um castigo semelhante, ou até mais severo (lembre-se de que Gibeá e a tribo de Benjamim foram quase exterminadas).

Deus mesmo traria o castigo pela dupla transgressão de Israel (10).

**Obs.: A dupla transgressão? Há várias interpretações desta expressão, e o versículo não dá uma resposta definitiva. Porém, o contexto sugere o provável sentido. Os versículos anteriores falaram sobre a confiança do povo nos falsos e impotentes deuses e nos impotentes reis escolhidos pelo povo e não por Deus (8:4-5).

O povo não aproveitou as bênçãos do cuidado divino na sua juventude (bezerra) e agora sofre o trabalho duro sob o domínio de um opressor (11-12).

O povo ceifaria o que semeou (12-13; veja 8:7; Gálatas 6:7). Confiaram no poder humano, e seriam castigados pelo poder divino.

A angústia do castigo seria terrível (14). Ele o compara ao sofrimento de Bete-Arbel nas mãos de Salmã, quando as mulheres grávidas foram despedaçadas.

O castigo de Israel vem de Betel (casa de Deus). O rei seria destruído (15).

**Obs.: Por causa do pecado de Bete-Áven, vem a ira de Betel (10:5,15).

 


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Oséias 11:1-11

11:1-4

Deus amou Israel como um filho, chamando-o da escravidão no Egito (1; veja Êxodo 4:22-23; 13:16).

**Obs.: O Egito representa escravidão, cativeiro e até pecado. Israel saiu da escravidão, mas já estava voltando, ou seja, por causa do pecado iria ao cativeiro. No Novo Testamento, o Egito também representa o pecado, e o êxodo simboliza a salvação no batismo (1 Coríntios 10:1-2).

Quanto mais Deus chamava Israel para ser um povo santo, tanto mais eles se afastavam dele, até praticando idolatria (2).

Deus criou e cuidou de Israel, mas o povo não deu importância ao amor demonstrado pelo Senhor (3-4).

11:5-7

Israel iria ao cativeiro na Assíria (5).

**Obs.: Aqui confirmamos que as referências ao Egito (8:13; 9:6; 11:1) representam a idéia de cativeiro, e nem sempre o país em si. Este versículo deixa bem claro que o cativeiro não seria no Egito e, sim, na Assíria.

A espada de castigo cairia sobre Israel por causa dos constantes desvios do povo (6-7).

Mesmo quando o povo foi estimulado a olhar para cima, ele não o fez (7).

**Obs.: Talvez a maior batalha na vida do servo de Deus acontece na própria mente. É tão fácil se envolver tanto nas coisas deste mundo - sejam coisas pecaminosas ou simplesmente os cuidados do dia-a-dia - que esquecemos das coisas de Deus. Deus enviou correções e profecias para que o povo olhasse para cima, mas não o fez. Considere as seguintes passagens que sugerem boas aplicações em nossas vidas: Mateus 6:19-34; Marcos 10:17-34; Lucas 8:14; 9:57-62; Filipenses 4:6-9; Colossenses 3:1-2).

11:8-9

O povo não olhou para cima, mas Deus olhou para baixo! Ele contemplava o povo rebelde com compaixão e amor. Não se decidiu a destruir Israel totalmente. A ira foi amenizada pelo amor, a compaixão e a misericórdia do Senhor. Ele viria, mas como o Santo Deus, superior aos homens e acima da odiosa vingança deles.

**Obs.: Admá e Zeboim foram cidades vizinhas de Sodoma e Gomorra, entre as cidades totalmente destruídas em Gênesis 19 (veja Gênesis 10:19). Uma das maldições que viriam sobre Israel, se fosse rebelde, era a destruição igual à destas cidades (Deuteronômio 29:23). Em Oséias, Deus diz que a compaixão dele mitigaria a sua ira, para não chegar a tal exterminação merecida pelo povo pecaminoso.

**O Santo no meio do povo não voltaria em ira. A santidade e justiça de Deus trariam a destruição imediata ao povo impuro (Êxodo 33:3). Ele poderia entrar no meio do povo somente em duas circunstâncias: (1) O povo teria que ser purificado dos seus pecados (veja Isaías 6:5-7), ou (2) Ele teria que conter sua ira e vir em compaixão e graça para salvar. É exatamente isso que aconteceu quando Jesus habitou entre os homens, buscando e salvando os perdidos (João 1:14).

11:10-11

Eles (o remanescente arrependido) andariam após o Senhor. Ele bramaria como leão para chamar os seus do cativeiro. Viriam tremendo (não na arrogante teimosia de antes, mas com a humildade que agrada ao Senhor).

Deus faria o povo habitar em suas próprias casas, abençoando-os como antes.

 


Leia mais:

Contentamento (D74). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d74.htm

Libertação Espiritual (D27). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d27.htm

Crucificando a Carne (D23). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d23.htm

O Que Significa Perdoar? (D42). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d42.htm

Semeando para a Carne - Ceifando Corrupção (A11). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/a11_12.htm

As Condições para o Perdão (A13). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/a13_20.htm

Deus: Nosso Criador e Redentor (Andando na Verdade, Ano 2, Número 1). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/200011.htm

O que Há de Novo? (Andando na Verdade, Ano 2, Número 3). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/2000316.htm

A Compaixão de Jesus (O Que Está Escrito?, Julho de 2002). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/esc97.htm

Fugindo de Deus (O Que Está Escrito?, Junho de 1995). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/esc26.htm

A Paciência de Deus: Um Aspecto Importante do Seu Amor (Andando na Verdade, Ano 2, Número 2). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/200021.htm

Lamentações Inúteis (O Que Está Escrito?, Fevereiro de 2002). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/esc92.htm


Oséias 11:12 - 12:14

11:12

Deus está pronto para castigar Efraim por suas mentiras, mas ele não esqueceu de Judá.

**Obs.: Há dúvida sobre o sentido da segunda parte deste versículo, e a dificuldade se reflete nas diferenças entre traduções. A ARA2 diz: "...mas Judá ainda domina com Deus e é fiel com o Santo". A NVI diz: "...e Judá é rebelde contra Deus, a saber, contra o Santo fiel". Neste caso, a tradução da NVI parece mais coerente, pois os versículos seguintes apresentam a contenda de Deus com Judá.

12:1-2

Efraim, por sua rebeldia, pediu o castigo (1).

**Obs.: O vento leste naquela região trouxe o quase insuportável calor do deserto. Aqui ele representa a punição que viria sobre Israel (veja 13:15).

Deus tinha contenda com Judá (veja 4:1) e traria castigo segundo as obras más do reino do sul (2).

**Obs.: Jacó, o nome original de Israel, representa aqui o povo que descendeu dele, dividido na época de Oséias em dois reinos: Israel e Judá. Jacó era irmão de Esaú e pai dos 12 filhos que se tornaram pais das tribos de Israel.

12:3-10

Jacó, o homem, contendeu com os outros durante a vida toda (3-4). Antes de nascer, lutou com o irmão, Esaú (Gênesis 25:26). Jacó continuou tentando ganhar vantagem sobre os outros por meio de engano, até lutando com o próprio Deus (veja Gênesis 32:24-30).

Afinal, Jacó encontrou Deus em Betel, o mesmo lugar onde o povo abandonou o Senhor com a idolatria de Jeroboão I (4).

Deus pediu que o povo voltasse para ele (5-6).

**Obs.: Observe alguns aspectos da verdadeira conversão: (1) O objeto é o Senhor. (2) A conversão envolve o amor, o juízo (obediência à vontade de Deus) e a esperança nele.

Efraim usou uma balança enganosa e amou a opressão, ou seja, praticou a desonestidade e abusou outros nos seus negócios. (7). Mesmo assim, o povo negou a sua culpa, achando que se enriqueceu pela própria esperteza (8).

**Obs.: Literalmente, o versículo 7 sugere que Efraim (Israel) se tornou um Canaã, um comerciante desonesto.

O mesmo Deus que tirou o povo do Egito o faria habitar em tendas de novo (9).

**Obs.: O período no deserto, representado aqui por tendas, seria um tempo de purificação para depois se reconciliar com Deus (compare com 2:14).

**Obs.: A Festa dos Tabernáculos foi comemorada no sétima mês de cada ano para lembrar da salvação que Deus realizou tirando o povo do Egito (veja Levítico 23:33-44).

Por meio de profetas, visões e símiles (parábolas), Deus avisou o povo da necessidade do arrependimento e das conseqüências do pecado (10).

12:11-14

Gileade (11) representa a iniqüidade (veja 6:8) e Gilgal representa o lugar onde Deus rejeitou o povo (veja 9:14)

Jacó, o homem, fugiu para a terra da Síria e praticamente se tornou escravo para ganhar a sua mulher (12), mas Deus trouxe Israel, o povo, da escravidão no Egito e lhe deu a terra prometida (13).

**Obs.: Observe os contrastes aqui. Jacó fugiu da terra; Israel foi conduzido à terra. Jacó entrou na escravidão; Israel saiu da escravidão. Jacó cuidou do gado do outro; Israel foi guardado pelo profeta de Deus (Moisés).

Ao invés de servir a Deus com gratidão, o povo provocou o Senhor à ira. O povo teria que pagar pelo sangue derramado na terra (14).

**Obs.: Sangue derramado exige castigo (Gênesis 4:10; Êxodo 21:12; Isaías 26:21; Romanos 12:19; 13:4; Apocalipse 6:10; 19:2).


Leia mais:

A Verdadeira Conversão (D29). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d29.htm

Jacó e José: Uma Diferença Fundamental (O Que Está Escrito?, Setembro de 1998). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/esc59.htm

A Revelação do Plano de Deus (A1). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/a1.htm

Esquecendo Betel e Gilgal (O Que Está Escrito?, Junho de 1998). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/esc56.htm

A Relação do Cristão com o Governo (D9). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d9.htm

 


Oséias 13

13:1-4

Antigamente, Efraim foi respeitado e exaltado em Israel, mas morreu por causa da idolatria (1).

**Obs.: Efraim foi escolhido acima do seu irmão mais velho, Manassés (Gênesis 48:11-22). Jeroboão I, o homem escolhido por Deus para governar Israel depois da morte de Salomão, foi efraimita (1 Reis 11:26). Foi ele mesmo que conduziu o povo à idolatria (1 Reis 12:25-33), causando a queda de sua própria família (1 Reis 15:25-30) e, dois séculos mais tarde, da nação de Israel (2 Reis 17:21-23).

Mais uma vez, Deus frisa a loucura da idolatria (2). Homens fabricam imagens e as adoram! Até beijam bezerros! Veja Isaías 44:9-20.

Por causa da idolatria de Israel, eles passariam logo (3). Deus usa, neste versículo, quatro ilustrações para mostrar que a nação chegaria ao seu fim em pouco tempo.

**Obs.: Israel tinha pouco tempo mas não percebeu a iminência do julgamento (veja 7:9). Nós, também, temos pouco tempo e devemos nos preparar para o julgamento (Tiago 4:14; Hebreus 9:27).

Em contraste com os ídolos impotentes, o Senhor afirma a sua posição como o único e onipotente Deus (4). No passado: ele salvou o povo do Egito. No presente: não há outro Deus que mereça a adoração do povo. No futuro: ele é o único salvador.

**Obs.: No "pluralismo" religioso que influencia cada vez mais os pensamentos de pessoas na sociedade atual, somos constantemente pressionados a aceitar a coexistência de diversas idéias sobre Deus, sugerindo que todas as religiões são válidas. O servo de Deus precisa enfrentar tais noções com amor e convicção. Amando Deus acima de todos (Mateus 22:37-38), jamais abandonaremos a convicção que o Deus da Bíblia é o único verdadeiro Senhor. A nossa guerra não é carnal, e não usaremos armas e táticas carnais. Confiaremos na palavra de Deus para anular as falsas doutrinas e filosofias daqueles que não exaltam o único Deus (veja 2 Coríntios 10:3-6). Amando ao próximo (Mateus 22:39), vamos apresentar a palavra de Deus para extrair outros da confusão de falsas religiões, jamais aceitando as crenças em deuses e filosofias que contradizem as Escrituras. Devemos lembrar que falsas religiões são abominações diante de Deus, e que cabe a nós mostrar a falsidade desses sistemas errados. Fé no Deus da Bíblia exclui aceitação de qualquer outro sistema religioso (Atos 4:12).

13:5-11

Deus conheceu a Israel no deserto e forneceu as necessidades do povo, mas eles logo esqueceram dele (5-6).

**Obs.: Fisicamente, Deus sustentou o povo no deserto, depois do êxodo do Egito (veja o contexto do versículo 4). Espiritualmente, ele o sustentou, como ele continua nos guiando hoje (veja 1 Coríntios 10:1-13).

**Obs.: Na prosperidade, o povo se afastou de Deus (6). Ao invés de ficarem mais fiéis na gratidão pelas bênçãos recebidas, pessoas prósperas tendem a esquecer o Senhor. É um dos motivos pelos quais Jesus e seus seguidores nunca enfatizaram a prosperidade financeira. As igrejas de hoje que incentivam as pessoas a buscar a prosperidade estão conduzindo os adeptos à perdição!

Devido à desobediência do povo, Deus se preparou para atacar e despedaçá-lo (7-8).

A ruína de Israel veio dele mesmo. A única esperança viria de Deus (9; veja Atos 4:12).

O povo, porém, continuou confiando no rei (10). O rei não pôde salvar.

Deus deu um rei quando o povo pediu e tiraria o rei porque o povo, por sua rebeldia, pediu castigo (11).

**Obs.: O primeiro rei de Israel, Saul, foi dado por Deus por causa da insistência do povo. Era o tipo de rei que o povo queria, mas a escolha dele representava a rejeição de Deus como único e soberano rei (1 Samuel 8:6-8). Depois de séculos de desobediência e de reis que não respeitaram ao Senhor, ele está prestes a tirar o rei de Israel.

13:12-16

Deus guardou o pecado do povo como prova e motivo do castigo por vir (12).

A nação deve nascer, mas demora e resiste como um filho que demora para nascer (13).

**Obs.: Quando a criança demora para nascer, corre risco de vida para a mãe e o filho. O parto de risco envolve sofrimento e dor, mas é necessário enfrentá-lo para começar a nova vida. O povo teria que passar pela experiência dolorida de cativeiro e castigo para começar a nova vida. Compare com Ezequiel 37, onde Deus mostra que é capaz de trazer vida da morte.

Deus prometeu resgatar o povo da morte (14). Nem a morte nem o inferno seriam capazes de segurar o povo. Deus o traria de volta, e não se arrependeria do seu plano de salvar o povo.

**Obs.: Esta promessa se cumpriu parcialmente na volta do cativeiro e num sentido mais amplo na vinda de Jesus para nos salvar. O pleno cumprimento, porém, virá na ressurreição dos mortos no último dia (1 Coríntios 15:55).

As promessas de salvação no futuro não obstantes, a punição vem (15-16). Qualquer prosperidade de um povo frutífero será destruída pelo vento leste de destruição e castigo (veja 12:1). De novo, Deus repete os avisos de castigo severo por causa da rebeldia do povo: espada, filhos despedaçados, mulheres grávidas abertas pelo meio.

**Obs.: As dores do parto (versículo 13) seriam terríveis antes de começar a nova vida!

 


Leia mais:

O Que a Bíblia Ensina sobre a Morte e o Julgamento? (D12). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d12.htm

A Idolatria e a Feitiçaria (A11). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/a11_5.htm

Os Altos Não Foram Tirados (D100). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d100.htm

Deus: Nosso Criador e Redentor (Andando na Verdade, Ano 2, Número 1). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/200011.htm

Deus (D13). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d13.htm

Éramos como Gafanhotos (O Que Está Escrito?, Julho de 1994). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/esc17.htm

Entendendo as Promessas de Deus Quanto às Bênçãos Materiais (D7). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d7.htm

É Errado Ser Rico? (A16). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/bd46.htm

 


Oséias 14

14:1-3

Estes primeiros versículos são um apelo ao povo de Israel, definindo os pontos principais do arrependimento que Deus quer deles:

(1) Voltar para Deus (1). Às vezes, pessoas reconhecem problemas e até erros na vida, mas ainda não voltam ao Senhor. Judas Iscariotes tentou fugir, cometendo suicídio, quando deveria ter voltado para Jesus pedindo perdão (Mateus 27:3-5).

(2) Reconhecer o próprio pecado (1). A tendência de muitas pessoas é jogar a culpa em outros (eles me fizeram...) ou nas próprias circunstâncias (aconteceu...). A volta ao Senhor exige que a pessoa assuma o que fez, reconhecendo o seu pecado.

(3) Falar palavras de arrependimento (2). Obviamente, o pecador que volta ao Senhor deve mostrar frutos do arrependimento (Mateus 3:8). Mas, também, deve falar palavras de arrependimento. Deve confessar o seu pecado e pedir perdão (veja 1 João 1:9; Tiago 5:16).

(4) Pedir perdão (2). O pecado ofende. Todos os pecados são ofensas contra Deus. Alguns ofendem outras pessoas. Precisamos pedir perdão às pessoas ofendidas (Atos 8:21-23; Lucas 17:3-4).

(5) Oferecer serviço e sacrifício ao Senhor (2). O pecador purificado deve exaltar o nome do Senhor (veja Salmo 51:13-17).

(6) Abandonar outras "soluções" (3). Israel precisava deixar a sua confiança em: (a) Alianças com outros povos (Assíria, Egito, etc.); (b) Força militar (cavalos); (c) Falsos deuses (obra das nossas mãos).

(7) Confiar exclusivamente em Deus (3). Ele é o único Deus e aquele que mostra misericórdia ao órfão.

**Obs.: Mais uma vez, observamos que o arrependimento necessário para efetuar uma reconciliação depois de infidelidade é completo. A pessoa que trai o seu cônjuge precisa abandonar, totalmente, os seus "amantes" e voltar ao legítimo companheiro.

14:4-8

Se Israel se arrependesse da maneira descrita nos primeiros três versículos, Deus perdoaria da forma definida neste parágrafo:

(1) Curar a infidelidade de Israel (4). A traição traz conseqüências e seqüelas. Como um marido que perdoa e aceita de volta a sua esposa infiel, Deus age para curar Israel.

(2) Ele ama o arrependido (4). O amor de Deus é incompreensível aos homens. Depois de tudo que Israel fez, ele tomou a nação de novo como sua esposa e mostrou o seu amor para com ela (veja 2:14-20; 11:8-11; Ezequiel 16; João 3:16).

(3) Ele ajuda o arrependido crescer e produzir fruto (5). Como Jesus perdoou e aceitou Pedro depois deste o negar e lhe deu grandes responsabilidades no reino (veja João 21:15-17) e Paulo pediu a ajuda de Marcos depois de tê-lo rejeitado (2 Timóteo 4:11; Atos 15:37-39), Deus prepara o servo arrependido para seu papel no reino do Senhor.

(4) Ele aperfeiçoa o arrependido para que ele possa mostrar a sua beleza e ajudar outros (6-7).

(5) Ele não trata o arrependido como os ídolos fariam (8). Os ídolos são impotentes e não trazem nenhum benefício real à pessoa. Deus acolhe o arrependido e cuida dele.

14:9

Oséias conclui o livro com um apelo aos sábios. O sábio entende e segue a palavra do Senhor, enquanto os transgressores caem nela.

 


Leia mais:

Incapazes da Inocência (O Que Está Escrito?, Outubro de 2002). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/esc910.htm

Salvação sem Arrependimento? (A3). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/a3_6.htm

Davi e Bate-Seba: O Pecado de Adultério (D69). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d69.htm

Palavras Bem-vindas (Andando na Verdade, Ano 2, Número 2). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/2000222.htm

O Semeador, a Semente e os Solos (D22). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/d22.htm

Toda a Sabedoria e Entendimento (O Que Está Escrito?, Julho de 2001). Na Internet: https://www.estudosdabiblia.net/col1.htm

 


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Este estudo foi preparado por Dennis Allan, © 2002.

Pode ser reproduzido inteiro, sem alterações, para uso pessoal ou para distribuição totalmente gratuita. Não pode ser vendido, nem modificado.

Este e muitos outros estudos se encontram no site www.estudosdabiblia.net


isaias 25

(fortaleza para os seus(v4)

refugio na tempestade(v4)

sombra contra o calor(v4)

prepara banquete(v6)

da vitoria sobre a morte(v8)

enxuga todas as lagremas(v8)

tira o oprobio(v8)

é o Salvador seguro(v9)

é o doador da alegria(v9)

a este Deus nós queremos louvar(v1) 


(sl:32:7 sl:31:20)refugio em Deus
Daví clama a Deus quando foge para uma caverna em (Sl 57) pois só Deus é o nosso refugio e fortaleza em (Is 25:4).Meus amados que vc possa está firmado na rocha que é Deus pois ele é seu socorro em todo tempo.fik na paz Amém.de seu amigo e irmão em cristo Jesus (Mizael Matos)

 

 


MULHERES DA BÍBLIA

 

 

 

Abigail - "fonte de alegria"

Abigail salvou o marido Nabal da fúria de Davi com provisões de alimento para ele e seus homens, incluindo 200 pastas de figo. Davi, que apreciou grandemente a prudência de Abigail, casou-se com ela quando Nabal morreu.
1 Samuel 25; 27:3; 30:5; 2 Samuel 2:2

 

 

Ana - "graciosa"

Ana, casada com Elcana, não tinha filhos, mas Elcana, sim, e Ana sofria as zombarias e caçoadas da segunda esposa do seu marido. Durante sua visita anual ao tabernáculo em Silo, Ana orou por um filho e jurou dedicar qualquer filho que tivesse ao serviço de Deus. Quando Deus lhe deu a dádiva de ter um filho, Samuel, ela esperou até ele estar desmamado e então o deu a Eli para servir no tabernáculo. Todos os anos Ana levava uma veste a Samuel. Como resultado das preces de Eli Ana teve cinco outros filhos.
1 Samuel capítulos 1-2

 

 

Débora - "abelha"

Mulher de Lapidote, ama de Rebeca (Gn 35.8). Débora foi uma profetiza que julgava a Israel debaixo das palmeiras do monte Efraim (Jz 4.5). Os seus dons proféticos lhe deram grande influência num tempo de desespero e confusão ( Jz 4.6, 14; 5.7), sendo, realmente, uma verdadeira "mãe de Israel". Ela aparece entre os mais bem-sucedidos juizes de Israel (e a única mulher a ocupar esse cargo). Ela nomeou como seu comandante a Baraque, que derrotou os filisteus, trazendo um período de quarenta anos de liberdade do domínio estrangeiro.
Juizes capítulos 4-5

Característica:

·        Profetiza (Jz 4.5)

·        Governante Judaica

 

 

Dorcas - "gazela"

Dorcas era uma viúva cristã que morava em Jope, "notável pelas boas obras e esmolas que fazia". Quando ela adoeceu e faleceu, suar, amigas mandaram chamar a Pedro. Assim que este chegou, as viúvas o cercaram, chorando e mostrando as roupas que Dorcas fizera para elas. Após orar, Pedro fez Dorcas reviver.
Atos 9:36-43

 

 

 

Ester - "Murta"

Judia, filha de Abiail, uma linda jovem, cresceu em Susã, capital da Pércia. Seus pais morreram quando era ainda pequenina.
Foi adotada pelo seu primo Mordecai. Foi eleita e coroada rainha com o maior esplendor scolhida a ser Rainha pelo Rei Assuero, onde mais tarde tornou-se sua esposa, o que possibilitou o livramento da nação hebráica de ser aniquilada depois do cativeiro babilônico. Apareceu 40 anos depois da reedificação do templo e 30 anos antes da reedificação do muro de Jerusalém.
Sua vida muito contribuiu para a vinda do messias, sem ela, com certeza a nação hebráica pereceria e o 500 anos antes da vinda de Cristo. Seu principal tema era defender a libertação dos Judeus.
Ester não somente era formosa, mas sábia. Admiramo-lá não só pelo seu patriotismo e bravura, mas por seu tato e sagacidade.
Tal foi a origem da festa de Purim, observada ainda hoje pelos judeus. No 12º mês, chamado Adar, no calendário judeu que equivale aproximadamente a fevereiro e março no nosso calendário.

Cronologia

·        Ester, Judia, tornou-se rainha da Pérsia, 478a.C.

·        Ester livrou os judeus de serem massacrados, 473 a.C.

Características

·        Mulher Decidida: Et. 4:14-16

·        Beleza: Et.2:7

·        Abnegação e heroísmo: Et.4:16

·        Tato: Et.5:8

·        Coragem: Et. 7:6

·        Patriotismo: Et. 8:3-6

 

Eva - "Vida"

Eva, tirada do lado de Adão, foi a primeira mulher e se tornou a mãe de todos os seres humanos. Tentada pela serpente, ela desobedeceu a Deus e deu de comer a Adão o fruto proibido.
Gênesis 2:18-3:20

 

 

Mical - "quem é como Deus?"

Mical foi a filha caçula de Saul e a primeira esposa de Davi. Ela salvou a vida de Davi quando Saul tentou matá-lo, em consequência disso ficou ela separada de Davi por muitos anos, casando nesse intervalo de tempo com Palti ou Paltiel (1Sm 25.44; 2 Sm 3.14,15). Davi mandou chamá-la, colocando-a novamente no antigo lugar de sua mulher, somente quando encontrou-se estabelecido com toda a segurança em Hebrom.
1 Samuel capítulos 18-19; 25:44; 2 Samuel 3:13; capítulo 6

 

 

Miriã - "amada por Deus"

Miriã era irmã de Moisés e de Arão. Quando criança, ela ajudou a mãe a esconder o irmãozinho e ficou vigiando até ele ser salvo. Quando adulta, ela foi uma profetiza. Houve uma época em que ela se opôs à liderança de Moisés, e foi temporariamente castigada com lepra.
Êxodo 2:4, 7-8; 15:20-2 1; Números capítulo 12; 20:1

 

 

 

Priscila - "a antiga"

Seis das sete vezes em que Priscila e Áqüila são mencionados no Novo Testamento, o nome de Priscila aparece antes do de Áqüila, e por esse motivo chegou-se à conclusão que Priscila foi excepcional de alguma forma. Eles convidaram Apolo para falar em seu lar quando moravam em Éfeso. Paulo dava muito valor a Priscila e Áqüila, chamando-os de "cooperadores em Cristo" que arriscaram suas vidas por ele e a quem todas as igrejas gentias deviam gratidão.
Atos capítulo 18; Romanos16:3; 1 Coríntios 16:19; 2 Timóteo 4:19

 

 

 

 

Raquel - "ovelha"

Jacó trabalhou para Labão quatorze anos a fim de poder casar-se com sua filha Raquel. José e Benjamim foram filhos de Raquel.
Gênesis capítulos 29-30; 35:18-20

 

 

Rute - "Companheira"

Data aproximada: 1100-1050a.C.
Moabita, casou-se com um dos filhos de Noemi, Malom ,cuja Familia era israelita, onde adotara Javé por seu Deus e torna-se merecedora do favor divino. Seu esposo morreu, e Rute decidiu ir embora de seu país Moabe, e acompanhou Noemi sua terra Natal em Belém. Depois de Algum tempo Rute casou-se com Boaz, um rico proprietário, parente de Noemi.

Fatos acerca:

·        Bisavô de Davi

·        Origem da família messiânica

Características

·        Uma mulher Constante

·        Amor filial, constância, piedade: Rt. 1:16

·        Trabalhadeira: Rt. 2:6,7,23

·        Obediência Filial: Rt. 3:5

·        Nome sem mancha: Rt. 3:11

·        Companheira

·        Graciosa

 

Rebeca - "lisonjeira"

Rebeca era neta do irmão de Abraão, Naor, que havia permanecido na Mesopotâmia, e era irmã de Labão. Casou-se com Isaque. Foi Rebeca quem teve a idéia de enganar Isaque para que desse a bênção a Jacó.
Gênesis capítulos 24-28

 

 

Sara - "princesa"

Sara foi esposa de Abraão. Em cumprimento da promessa de Deus, ela se tornou mãe de Isaque quando já bem idosa.
Gênesis 17:1-18:15; 20:1-21:7; Hebreus 11:11; 1 Pedro 3:6

Continu...

 

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